O crescimento dos centros urbanos nas últimas décadas no Brasil desencadeou um movimento que está cada vez mais forte: a criação de espaços verdes dentro da cidade que promovam o contato com a natureza e o hábito da alimentação saudável. Assim, foram surgindo em diversas cidades as hortas urbanas coletivas, terrenos ou praças transformadas por moradores ou associações que se transformam em fontes de alimentos orgânicos e ervas medicinais.

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Uma destas iniciativas é a Horta das Corujas, localizada em São Paulo, em uma praça pública em plena Zona Oeste. A proposta do projeto é criar um espaço de convívio social e educação ambiental, no qual os voluntários realizam cultivo de hortaliças e ensinam outros moradores a plantarem também.

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A Horta é aberta ao público 24h por dia e conta com uma produção variada: alface, couve, espinafre, banana, mamão, morango, ervas e temperos. Apesar se ser uma horta comunitária, não é permitido plantar mudas por conta própria. Quem quiser fazer seu plantio deve entrar em contato com os organizadores antes, pois há alguns espaços destinados a projetos educacionais das escolas da região. Todos podem colher hortaliças e frutas, desde que não colham plantas inteiras.

A ideia da horta comunitária surgiu através do grupo Hortelões Urbanos, que hoje tem aproximadamente 65 mil membros no Facebook. O grupo cria hortas comunitárias, ajuda pessoas a começarem a cultivar alimentos em casa, realiza eventos de trocas de sementes e voluntários realizam mutirões para cuidar das plantações.

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